constatar que os momentos da infância são tão fugazes e intensos! cada pequeno gesto, cada olhar sobre o dia-a-dia. difícil apreender essa intensidade, essa avalanche de ternura que faz mesclar a infância do filho com nossa própria infância, com a infância do mundo e com tudo que vive e respira. a ternura me toma e a cada mirada, meu menino, vc está mais forte! mais potente como cria! mais generoso como criança! só posso te agradecer, guido, por ser minha criatura e criatura do mundo que vou moldando com todo respeito. você me ensina muito a cada momento! ensina sobre coisas como a paciência, a ordem e o caos, a fluência, mas acima de tudo, vc me ensina a autêntica suavidade de ser!
Mostrando postagens com marcador devaneios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador devaneios. Mostrar todas as postagens
momento.
constatar que os momentos da infância são tão fugazes e intensos! cada pequeno gesto, cada olhar sobre o dia-a-dia. difícil apreender essa intensidade, essa avalanche de ternura que faz mesclar a infância do filho com nossa própria infância, com a infância do mundo e com tudo que vive e respira. a ternura me toma e a cada mirada, meu menino, vc está mais forte! mais potente como cria! mais generoso como criança! só posso te agradecer, guido, por ser minha criatura e criatura do mundo que vou moldando com todo respeito. você me ensina muito a cada momento! ensina sobre coisas como a paciência, a ordem e o caos, a fluência, mas acima de tudo, vc me ensina a autêntica suavidade de ser!
1 ano de pais!
não consigo separar as emoções que senti nesse primeiro aniversário do guido. primeiro a loucura de produzir uma festinha que fosse simples, mas que não excluisse nenhum amigo! queria muito poder comemorar junto com o pessoal da escola e do cineminha. não deu. o tempo ficou apertado, estava sem alguns contatos, enfim...queria também poder chamar toda a familia lá do interior, mas não teria como hospedá-los!
bom, o que deu pra fazer, fizemos! a fofa da dani praticamente emprestou o espaço de trabalho dela (o simpático restaurante dona cida) e fomos pra lá cheios de bexigas, brinquedos, máscaras de bichos,piscina inflável (fez um baita calor!), comidinhas e muito amor no coração para celebrar.
corre corre, preparar quitutes, receber todo mundo, a criançada eufórica, o telefone tocando sem parar, guido chorando na hora do parabéns - calculamos mal e justo nessa hora ele tava com muito sono, irritadíssimo. dormiu logo depois como um anjo. no meio do caos me dei conta: nem tudo é como planejamos. ainda mais uma festa cheia de gente pequena e imprevisível, a começar pelo aniversariante. relaxei, tirei os sapatos e entrei na bagunça!
depois de passado o turbilhão, no meio desse tanto de sensações, percebi o que bateu fundo nesse dia: a lembrança do trabalho de parto e daquele momento com cor de milagre em que conhecemos nosso filho cara a cara. a memória (a física, digo) desse dia é tão forte em mim que, intimamente, acho que foi isso que comemorei: o dia em que nascemos com ele, como pai e mãe novos em folha! fizemos um ano de guido! acho que estamos sendo os melhores pais possíveis, pois nunca fomos tão felizes!
bom, o que deu pra fazer, fizemos! a fofa da dani praticamente emprestou o espaço de trabalho dela (o simpático restaurante dona cida) e fomos pra lá cheios de bexigas, brinquedos, máscaras de bichos,piscina inflável (fez um baita calor!), comidinhas e muito amor no coração para celebrar.
corre corre, preparar quitutes, receber todo mundo, a criançada eufórica, o telefone tocando sem parar, guido chorando na hora do parabéns - calculamos mal e justo nessa hora ele tava com muito sono, irritadíssimo. dormiu logo depois como um anjo. no meio do caos me dei conta: nem tudo é como planejamos. ainda mais uma festa cheia de gente pequena e imprevisível, a começar pelo aniversariante. relaxei, tirei os sapatos e entrei na bagunça!
depois de passado o turbilhão, no meio desse tanto de sensações, percebi o que bateu fundo nesse dia: a lembrança do trabalho de parto e daquele momento com cor de milagre em que conhecemos nosso filho cara a cara. a memória (a física, digo) desse dia é tão forte em mim que, intimamente, acho que foi isso que comemorei: o dia em que nascemos com ele, como pai e mãe novos em folha! fizemos um ano de guido! acho que estamos sendo os melhores pais possíveis, pois nunca fomos tão felizes!
a vida de todo dia.
tenho escrito menos aqui no bloguinho. também tenho deixado de lado algumas coisas que antes eu conseguia fazer com tempo, calma e prazer... mas tempo não é uma questão de organização? é sim! e de prioridades tb. é que a minha vida profissional voltou ao seu devido ritmo de funcionamento e estou tentando arduamente me sincronizar outra vez! percebam como os conflitos sempre se renovam na vida de uma mãe. agora a questão é: trabalhar mais tempo para crescer no trabalho e nos estudos ou reservar tempo para ficar mais em contato com a família? como ser profissional, mãe, cozinheira, produtora e namorada do marido? não sei. todas as mulheres do mundo com as mesmas questões tb não sabem! mas o jeito é viver a vida de todo dia. com alegria e coragem! o lado bom de tudo isso, é que apesar de todo o conflito, sinto que melhorei muito como educadora e artista sendo mãe. e vice versa! é isso que eu chamo de sucesso!
09/09/09
adoro datas assim. um belo número no contador desse nosso início de século. também adoro pensar que somos gente de início de século. que avanços traremos conosco? em quanto tempo faremos o futuro? pensar o tempo sempre intriga. ano passado em 08/08/08 contamos para todos os amigos sobre o bb que iria chegar! este ano, cá estamos nós: guido logo ali no quartinho dele, dormindo feliz e tranquilo enquanto relato esses detalhes da vida de mãe que me toma por inteiro e tem sido meu objeto de percepção e poesia. o mistério mora mesmo dentro. do lado de fora, vamos pendurando as simbologias!
ps: eu ia comentar sobre as malucas que marcam cesarianas para esses dias "redondos" só pelo capricho da data, depois o post foi se escrevendo sozinho. vai ver que tá tudo implícito mesmo.
ps: eu ia comentar sobre as malucas que marcam cesarianas para esses dias "redondos" só pelo capricho da data, depois o post foi se escrevendo sozinho. vai ver que tá tudo implícito mesmo.
lambuzeira é bom!
outro dia presenciei uma cena constrangedora e desnecessária. Uma mãe repreeendendo em voz alta a filha que havia sujado o braço de tinta. Ora, ora, se até os espertos publicitários da campanha de sabão em pó já declararam que "se sujar faz bem", essa mãe estava sendo tão impertinente naquele momento que tive vergonha por ela. O que ela reclamava (_ como faz pra limpar isso agora hein?!) ia contra toda a espontaniedade e experimentação da menina. E daí que sujou? Grande coisa perto da sensação de tocar a tinta, perceber a cor, viver o momento. Se nossas vidas podem ser bestas e curtas, a infância mais ainda, minha senhora!
a menina ainda tentou argumentar:
_ mas a senhora acha mesmo que eu "fazeria" isso de propósito?
a mãe se desconcertou, mas para não perder seu argumento de adulta dona da verdade, lançou essa pérola:
_ a tinta é pra pintar o desenho. tem que fazer "desenho bonito", não isso aí no seu braço!
pronto. em menos de um minuto já se deturpou a ideia sobre o que, de fato, seja "arte". o mundo se divide entre os sujos e os limpinhos... fiquei mal por elas e por mim. pensei sobre a minha própria mania de arrumação aqui em casa e jurei que ia ficar atenta a esses deslizes. isso fere uma criança para sempre. certos constrangimentos públicos ficam povoando a gente por muito tempo e lá se vai a criatividade direto pro ralo. pensei também nos meus aluninhos e jurei pra mim mesma que ia me sujar bastante com o guido e com eles, fazendo muita arte conceitual por aí!
a menina ainda tentou argumentar:
_ mas a senhora acha mesmo que eu "fazeria" isso de propósito?
a mãe se desconcertou, mas para não perder seu argumento de adulta dona da verdade, lançou essa pérola:
_ a tinta é pra pintar o desenho. tem que fazer "desenho bonito", não isso aí no seu braço!
pronto. em menos de um minuto já se deturpou a ideia sobre o que, de fato, seja "arte". o mundo se divide entre os sujos e os limpinhos... fiquei mal por elas e por mim. pensei sobre a minha própria mania de arrumação aqui em casa e jurei que ia ficar atenta a esses deslizes. isso fere uma criança para sempre. certos constrangimentos públicos ficam povoando a gente por muito tempo e lá se vai a criatividade direto pro ralo. pensei também nos meus aluninhos e jurei pra mim mesma que ia me sujar bastante com o guido e com eles, fazendo muita arte conceitual por aí!
era uma hera.
tenho registrado algumas fotos durante as nossas slingadas (passeios de sling à pé pelo bairro). a luz da tarde tem colaborado bastante e além do mais eu vivo paquerando as casas da rua detrás da nossa. sonhando de graça com um canto bem legal pra gente, com muuuuito verde ao redor! e um muro de hera, com certeza!
elas
sempre quis ter uma babuska russinha dessas. minha amiga lau, que me conhece como poucos, sacou tudo e veio com o mimo de presente nesse meu momento maternidade. amei! linda uma bonequita com suas outras dentro. sendo a bbzinha, a criança, a mulher e a mãe guardando todas elas dentro de si. bem, essa é uma leitura bem particular agora que entendo muito melhor as minhas "outras" aqui por dentro.
o preguiça
na ciranda da vida.
a ana, minha vizinha, me pergunta:
_e aí? qual é a sensação de ter um filho"?
fiquei sem jeito. perguntas emocionais sempre embasbacam a gente. e enquanto eu recorria a melhores palavras, disse algo como:
_ah, é como um sonho acordado...sei lá. levaria a tarde toda falando sobre isso...
o fato é que qualquer palavra que eu encontrasse trairia a dimensão do fato. e é difícil falar assim resumidamente, porque envolve a ambiguidade de sentimentos tipo amor e medo, euforia e cansaço, diversão e preocupação.
mas também é uma coisa tão, tão simples!
acho que ter um filho é ter a sensação de que a vida é uma ciranda contínua e o bom mesmo é ir girando junto.
quero:
em sã consciência...
como diria nosso amigo carlito: "uns tem juízo. outros tem filhos".
acho que a frase é certeira! pois de que outra maneira traduzir a doce insanidade que nos assalta junto à dádiva da maternidade. só tenho a dizer que o guido balançou toda a estrutura por aqui. e não estou falando somente da rotina do dorme-acorda de 2 em 2 horas (acreditem, eu nunca mais dormi mais do que 4 horas seguidas. uou!)
ou das novas preocupações como fome, frio, meleca, cocô...
o que balancou legal foi mesmo minha maneira de ser.
eu, que tinha tudo tão arrumadinho, tão maravilhosamente ordenado, perdi meu lugar apolíneo para viver nessa espécie de caos delicioso e apaixonante que é ter um bb em casa. em outras palavras, a casa tá sempre bagunçada, a louça por lavar, o cabelo sem cor e sem corte, as roupas azedinhas de leite, o corpo desengonçado, sem entender se é gordinho ou não. (agora que aquele barrigão sumiu, quero de volta meu jeans tam.36, oras bolas! but never more, querida! hahaha...)
e o marido? deve olhar e se perguntar: "essa aí, quem é"?
calma, muita calma nessa hora! "tudo se ajeita" - é a frase que vivo repetindo mentalmente para manter uma certa postura equilibrada e eis que de repente...
o choro repentino, do nada, que ainda não consigo identificar se é crise hormonal ou pura emoção mesmo!
em resumo: o barato é louco.
breve devaneio poético
procuro em mim
traços do meu filho.
descobri que os filhos
não estão depois dos pais.
mas, ao contrário:
é a gente que vem,
prá valer,
depois deles.
estou assim,
super nascida!
traços do meu filho.
descobri que os filhos
não estão depois dos pais.
mas, ao contrário:
é a gente que vem,
prá valer,
depois deles.
estou assim,
super nascida!
os filhos
minha mãe adorava esse texto do kalil gibran,
e hoje eu entendo um pouco o porque.
para mim ele é uma ode ao "rompimento da simbiose",
se é que isso seja possível algum dia, hehehe!!!
diz assim:
Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.
(Kalil Gibran)
e hoje eu entendo um pouco o porque.
para mim ele é uma ode ao "rompimento da simbiose",
se é que isso seja possível algum dia, hehehe!!!
diz assim:
Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.
(Kalil Gibran)
eu queria ser um canguru.
e com o frio monstro que chegou em pleno outono (8,6 graus nessa madrugada), dá vontade de colocar o guido dentro da barriga de novo. tipo uma mami-canguru. é mesmo uma coisa indizível o desejo infinito de proteger o filhote. corpo e alma alertos a cada instante. esses dias em que posso me dedicar exclusivamente a ele, tem sido uma linda oportunidade de crescimento para mim como mãe. dia a dia descubro um detalhe, uma truque, uma nova habilidade, um jeitinho mais ajeitadinho de lidar com ele. o papai tb ajuda, mas está exausto. dá pra entender: sair pra trabalhar depois da maratona noturna não deve ser moleza. aliás, a licença maternidade devia durar no mínimo um ano inteirinho. do alto da minha entrega, penso mesmo que a vida toda, mas aí já é delírio meu, eu sei, não considerem, é pura febre de amor!!!
um clássico do poetinha.
Poema enjoadinho
(Vinícius de Moraes)
Filhos... Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como os queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete...
Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos são o demo
Melhor não tê-los...
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem xampu
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém, que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!
(Vinícius de Moraes)
Filhos... Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como os queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete...
Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos são o demo
Melhor não tê-los...
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem xampu
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém, que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!
na lavanderia.
e assim vamos nós: imersos na vida doméstica, no básico do básico, no simples e singelo do cotidiano. deixar o mundo correr lá fora e me concentrar em ser mãe tem sido uma tarefa e tanto. preciso aprender a "ter tempo". não dá pra viver essa mudança de vida sem sentir cada minuto. e os minutos são escassos, pois o trabalho é muito! no entanto esses flagrantes do dia são reveladores. aqui já estou até rindo de mim mesma, o que em todo o caso é muito bom!
só um trechinho.
achei lindo esse jeito da minha amiga lisa dizer o simples. segue a citação autorizada pela mesma, hehehe...
"outro dia conversava com papai sobre a nossa infância - do meu irmão e minha. ele nos levava ao zoológico e a gente levitava. disse que criança é a coisa mais fácil de agradar: você só precisa estar presente, ser atencioso, levar pra passear e ter meia dúzia de filmes para repetir até o gosto apurar. nossos favoritos eram: a noviça rebelde, dias de condor [ acho que é esse o nome ], a fantástica fábrica e chocolate, willow [ não lembro o nome todo ] e mais aquele de guerras espaciais com aqueles ursinhos e menina loirinha, de cabelinho enrolado, tipo um anjinho.
apesar da falta de vocação para maternidade, acho uma criança a coisa mais legal, absurdamente interessante e desafiadora que alguém pode ter na vida. todo mundo deveria ter um filho, rs."
beijo pra vc, lisa!
"outro dia conversava com papai sobre a nossa infância - do meu irmão e minha. ele nos levava ao zoológico e a gente levitava. disse que criança é a coisa mais fácil de agradar: você só precisa estar presente, ser atencioso, levar pra passear e ter meia dúzia de filmes para repetir até o gosto apurar. nossos favoritos eram: a noviça rebelde, dias de condor [ acho que é esse o nome ], a fantástica fábrica e chocolate, willow [ não lembro o nome todo ] e mais aquele de guerras espaciais com aqueles ursinhos e menina loirinha, de cabelinho enrolado, tipo um anjinho.
apesar da falta de vocação para maternidade, acho uma criança a coisa mais legal, absurdamente interessante e desafiadora que alguém pode ter na vida. todo mundo deveria ter um filho, rs."
beijo pra vc, lisa!
Assinar:
Postagens (Atom)

